Jornal O Liberal - Americana - SP - 20 de janeiro de 2006

SUMARÉ – O Instituto Pró-Vida iniciou as obras de construção do prédio que abrigará a escola Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), em Sumaré. De acordo com o engenheiro João Mardem Gomes, responsável pela obra, equipes vão permanecer até o final do mês preparando o terreno para começar a fundação pré-moldada.

“O cronograma está sendo seguido sem problemas, o que também ajuda para que tudo dê certo”.

Pelo convênio firmado no ano passado, a Prefeitura ficou responsável por realizar serviços de terraplanagem e cercar a área de 14 mil metros quadrados, sendo 2,5 mil destinados à construção dos galpões, onde funcionarão as salas de aula, além das três quadras poliesportivas e um estacionamento. A expectativa da Administração é que o prédio seja entregue até o final do ano.

“Pela proporção da obra, existem estacas que estão travadas a uma profundidade de 12 metros, em alguns pontos do terreno. O passo seguinte será começarmos com as escavações”, explicou o engenheiro. Para o secretário de Obras, Francisco de Assis pereira Campos, o Tito, o sonho do município em contar com uma escola profissionalizante começa a virar realidade. “Estou muito orgulhosos com a obra e com a qualidade que está é desenvolvida. O cronograma está sendo seguido sem problemas, o que também ajuda para que tudo dê certo e possamos entregar a obra no prazo definido”, frisou ele.

Custos – O valor estipulado para implantação da escola, entre edificações, mobiliário e equipamentos, é de aproximadamente R$ 6 milhões, montante que ficará a cargo da Pró-Vida, instituto de cunho social e filantrópico. Ao Senai, caberá oferecer cursos de aprendizagem industrial, além de responsabilizar pela gestão administrativa, técnica e pedagógica da escola.

Um diretor já foi designado para a função e as inscrições devem começar a ser feitas no segundo semestre. O primeiro convênio celebrado com o Senai, em setembro de 2004, previa o funcionamento da escola em um galpão alugado pela administração no bairro Chácara Monte alegre e que consumiria cerca de R$ 50 mil entre aluguel, água e energia elétrica.

Matéria feita por ARTHUR JORGE TREVISONI